Foto de destaque: André Mendonça em 22/10/2025. Rosinei Coutinho/STF (arquivo; domínio público).

A Mosaic Financial, sediada nas Bahamas, levou ao gabinete do ministro André Mendonça uma disputa com a EFB Regimes Especiais de Empresas, liquidante do Banco Master, segundo reportagem de Fabio Serapião e Natália Portinari publicada pelo UOL nesta segunda-feira (19).

A empresa acusa o liquidante de contrariar uma ordem do STF ao buscar ativos nas Bahamas antes de sua eventual transferência ao Estado brasileiro. A acusação é contestada e não representa irregularidade judicialmente comprovada.

Colunas da fachada do Supremo Tribunal Federal, em Brasília
Fachada do STF, em 17/02/2025. Foto: Pedro França/Agência Senado (arquivo). CC BY 2.0. Sem alteração de conteúdo.

Preservação e destinação dos ativos

Conforme o UOL, a decisão determina o sequestro patrimonial para evitar dispersão ou destinação antecipada dos bens enquanto a investigação distingue patrimônio ilícito, recursos de terceiros de boa-fé e valores para ressarcimento.

A controvérsia envolve bens ligados a Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como Mineiro. A Mosaic questiona a iniciativa; fontes ligadas à liquidação sustentam que recuperar ativos preserva o patrimônio do banco e que a restrição alcança sua disposição antes da decisão final.

O UOL informou que procurou o liquidante e não recebeu resposta direta. A reportagem consultada não informa nova decisão de Mendonça sobre a petição.

Com informações do UOL, em reportagem publicada em 19/10/2026, às 17h28.